Se somos de fato espirito e essência, sem forma nem limites, ao mergulhar na experiencia da forma e da emoção é natural que nos deixemos encantar, nos entorpecer e embriagar. Como esperar que um jovem índio não se apaixone por um cavalo selvagem desejando doma-lo e possui-lo? Como esperar que uma jovem donzela não se apaixone por um rapaz belo corajoso e viril? Como esperar que o empreendedor não se apaixone pelas oportunidades de negócios desafiadores? Como esperar que o artista não se encante frente a uma imagem inspiradora? Como esperar que a mãe não se apaixone pela doce e frágil crianca que a vida lhe entrega em seus braços… Somos assim, mergulhados na experiencia, mas buscando encontrar algo que nos eleve acima dela. Em cada tempo algo nos encanta e nos aprisiona. Já fui prisioneiro das brincadeiras, das donzelas, das conquistas juvenis.. já fui prisioneiro do dever, dos negócios, da tecnologia, Já fui prisioneiro dos estudos, dos debates calorosos, das pal...